domingo, 4 de julho de 2010

IMPORTANTE!!!!

Quem tiver pesquisas para apresentar no 62º Congresso Brasileiro de Enfermagem- Florianópolis, terá até o dia 08 de agosto para submissão. Não Percam!!!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Reflexão - O Vencedor e o Perdedor.

Um Vencedor é sempre parte da resposta. - Um perdedor é sempre parte do problema.

Um vencedor possui sempre um programa. - Um perdedor possui sempre uma desculpa.

Um vencedor diz: "Deixe-me ajudá-lo" - Um perdedor diz não é minha obrigação.

Um vencedor deslumbra uma resposta para cada problema. - Um perdedor ver todos os problemas, sem resposta.

Um vencedor diz: "Pode ser difícil, mas não impossível". - Um perdedor diz: "Pode ser possível, mas é difícil.

Um vencedor entende que sem Deus não poderá encontrar-se com o melhor para a sua vida - Um perdedor crê que pode viver sempre baseado em seus recursos próprios e seu orgulho pessoal.

"PEQUENOS GESTOS DE FRATERNIDADE, PRODUZEM GRANDES RESULTADOS, POIS ATRAVÉS DELES CONTAGIAMOS OUTRAS PESSOAS NA DIREÇÃO DO AUXÍLIO FRATERNO".

segunda-feira, 7 de junho de 2010

sábado, 5 de junho de 2010

Pós-Graduação em Saúde da Família.

Particípando do fórum diferenças das diferenças é importante perceber que as variáveis de interações nos processos de comunicação humana, tanto podem facilitar como barrar ou constituir fontes de ruído às relações face-a-face. No processo dos serviços de saúde, essas barreiras podem ser representadas por fatores sociais, pessoais, fisiológico e de linguagem. Portando, aí a importância de o profissional está sempre buscando a melhor forma de comunicação para está assistindo efetivamente a clientela de sua unidade não criando nenhuma barreira entre profissional-cliente, estando atento para a sua individualidade enxergando o seu contexto social e geográfico.

Lair Ribeiro, 1993 em seu livro A magia da comunicação fala algo muito verdadeiro: “Para fazer a diferença no mundo não precisa ser um líder político, gênio da ciência ou superstar. Cada um, no seu campo, tem o seu modo de criar, gerar realidade, atuar positivamente na vida... Todo mundo pode fazer a diferença. Para comunicar bem é preciso estar vivo. Ligado. Presente. Consciente do que você está fazendo naquele exato momento. E confiante no que você está pretendendo alcançar”.

Independente dos obstáculos encontrados, enquanto profissionais devemos nos utilizar de meios para estar resolvendo cada problema encontrado e para isso, iniciamos com a comunicação. “A comunicação é primordial... favorece um melhor atendimento das razões que muitas vezes levam a doença. Fica mais fácil buscar solução para o problema”.

Só adquirimos informações através da comunicação, seja ela falada, escrita ou até mesmo observando simples gestos. Os gestos têm uma grande importância. Muitas vezes nos deparamos com clientes que tem vergonha de falar ou fala pouco, mas um profissional que sabe se comunicar ele tem poder, poder de influenciar, transformar, sensibilizar, convencer, de esclarecer. Ele busca informações nesses gestos e expressões e atuam encima do problema, fazendo a diferença! Um abraço a todos e um bom final de semana.



62º CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM - CBEn

domingo, 30 de maio de 2010

DÊ O PRIMEIRO PASSO E VÁ + LONGE!

UFC 2010.2
Seleção para as Casas de Cultura (Inglês Britânico, espanhol, alemão, francês...)
Período de inscrição: 21 de Maio a 06 de junho de 2010.
Inscrições somente pelo site: www.ccv.ufc.br
Prova: 20 de junho de 2010

Não deixem de participar. Vão a luta! Busquem e conquistem!  

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O papel do olfato na atração sexual: Caminhos do Desejo..

Odores da sedução.
Nervo que conecta o nariz ao cérebro tem papel determinante na atração sexual; um resquício evolutivo recém-descoberto graças a pesquisas neuroanatômicas com animais marinhos e camundongos.

A função de um minúsculo nervo começou a ser estudada há pouco tempo: a atração sexual subliminar. Muitos cientistas acreditam que os fenômenos, mensageiros químicos inodoros, trasmitem sinais ao cérebro por meio dele. A maioria dos nervos penetram no cérebro pela medula espinhal. Alguns, porém, tomam um atalho e entram diretamente no crânio, daí serem conhecidos como nervos cranianos. Hoje sabemos que eles são responsáveis pela recepção de sinais sensoriais e pela execução de movimentos de olhos, mandíbula, língua e rosto.
Em 1878, uma descoberta sacudiu o mundo da neuroanatomia. Estudando tubarões, o anatomista alemão Gustav Fritsch (1837-1927) foi o primeiro a constatar a presença de um nervo craniano bem delgado, localizado à frente dos outros, que foi chamado de nervo zero ou terminal. A repercussão foi quase nula. No século seguinte, porém, ele foi observado em quase todos os vertebrados e, em 1913, identificado em humanos. Foi quando se percebeu que, por ser tão discreto e delicado, o nervo não resistia aos procedimentos de disseção. Mas qual seria a função desse filamento quase imperceptível?
A primeira pista veio da forma como ele se conecta ao cérebro. À semelhança de seu congênere olfatório, o nervo zero parece ramificar-se próximo ao nariz. Para alguns pesquisadores, ele talvez seja apenas um ramo desviado do nervo olfatório, não constituindo uma entidade separada. 
O olfato é o sentido mais antigo de todos. Embora a precisão da olfação humana seja insignificante perto da de outros mamíferos, mesmo assim dispomos de 347 tipos de neurônios sensoriais no epitélio olfatório. Cada um deles detecta um odor diferente. Nosso repertório de odores resulta das possíveis combinações dessas centenas de receptores. 
Os feromônios estão envolvidos na seleção de parceiros e na reprodução em praticamente todo o reino animal. Muitas espécies distinguem sexo, posição social, território e status reprodutivo do potencial parceiro pelo faro. Em seres humanos, esses processos são mais complexos, mas há indícios de que as pessoas troquem mensagens secretas e inconscientes por meio de feromônios. 
Há pelo menos duas diferenças entre os feromônios e as substâncias que estimulam o olfato humano. Para sentir um odor, é necessário que moléculas muito pequenas e voláteis flutuem por grandes distâncias. Já os feromônios podem até ser moléculas grandes e pesadas, desde que o contato entre os indivíduos seja íntimo, como nos beijos. Além disso, muitos feromônimos humanos são inodoros. Eles excitam terminações neurais que transmitem sinais diretamente para as regiões do cérebro responsáveis pelo controle da reprodução sexual, contornando o córtex cerebral. Essas substâncias parecem agir como um cupido invisível qur dribla a consciência e coloca um brilho romântico nos olhos do apaixonado. Ao que tudo indica, as ligações do nervo zero ao cérebro permitem tal possibilidade.
O nervo conecta os receptores situados no nariz ao bulbo olfatório, um ponto de retransmissão neural, situado no cérebro, que classifica e processa as informações sensoriais captadas pelos receptores. Em seguida, os sinais são enviados ao córtex olfatório, onde é feito um processamento mais refinado para que então surja a recepção do odor.
No caso dos feromônios, a estrutura protagonista é o órgão vomeronasal, que se liga a um minúsculo bulbo olfatório "acessório", localizado ao lado do principal. Dali em diante, os nervos se dirigem a áreas cerebrais associadas ao comportamento sexual (como a amígdala). Embora alguns cientistas afirmem que o órgão vomeronasal humano esteja ativo, para a maioria a estrutura é apenas um vestígio da evolução. Segundo eles, ela se forma durante a vida fetal e depois atrofia, tal como ocorre com as fendas branquiais. Logo, se os feromônios enviam sinais para o cérebro, não o fazem por meio dessa estrutura. Há fortes suspeitas, porém, de que o nervo zero esteja preenchendo essa lacuna.  

quarta-feira, 26 de maio de 2010

The Nurse


Dia 12 de maio comemora-se mundialmente o Dia do Enfermeiro, em referência a Florence Nightingale, um marco da enfermagem moderna no mundo e que nasceu em 12 de maio de 1820.
Já no Brasil, além do Dia do Enfermeiro, entre os dias 12 e 20 de maio, comemora-se a Semana da Enfermagem, data instituída em meados dos anos 40, em homenagem a duas grandes personagens da Enfermagem no mundo: Florence Nigthingale e Ana Néri, enfermeira brasileira e a primeira a se alistar voluntariamente em combates militares.
A profissão tem sua origem milenar e data da época em que ser enfermeiro era uma referência a quem cuidava, protegia e nutria pessoas convalescentes, idosos e deficientes.
Durante séculos, a Enfermagem vem formando profissionais em todo o mundo, comprometidos com a saúde e o bem-estar do ser humano. Só no Brasil, são mais de 100 mil enfermeiros, além de técnicos e auxiliares de enfermagem, que somam cerca de 900 mil profissionais em todo país. Essas variações de cargos fazem com que mais profissionais se juntem ao setor e a novas possibilidades de trabalho nesta área.
Origem da ProfissãoDesde os tempos do Velho Testamento, a profissão de enfermeiro já era reconhecida por aqueles que cuidavam e protegiam pessoas doentes, em especial idosos e deficientes, pois nessa época, tais atitudes garantiam ao homem a manutenção da sua sobrevivência.
Nessa época e durante muitos séculos, a enfermagem estava associada ao trabalho feminino, caracterizado pela prática de cuidar de grupos nômades primitivos.
Com o passar dos tempos, as práticas de saúde evoluíram e, entre os séculos V e VIII, a Enfermagem surge como uma prática leiga, desenvolvida por religiosos como se fosse mais um sacerdócio. Sendo assim, tornou-se uma prática indigna e sem atrativos para as mulheres da época, pois consideravam o trabalho como um serviço doméstico, o que atestava queda dos padrões morais que sustentavam, até então, o trabalho da enfermagem.
Mesmo com essa crise da profissão, a evolução do trabalho associado ao reconhecimento da prática, em meados do século XVI, a Enfermagem já começa a ser vista como uma atividade profissional institucionalizada e, no século XIX, vista como Enfermagem moderna na Inglaterra.
A partir daí, foram catalogadas definições e padrões para a profissão e a ANA (American Nurses Association) define a Enfermagem como "uma ciência e uma arte, levando em consideração que o objetivo principal do trabalho é o de cuidar dos problemas reais de saúde, por meio de ações interdependentes com suporte técnico –científico, bem como reconhecer o papel significativo do enfermeiro de educar para saúde, ter habilidades em prever doenças e o cuidado individual e único do paciente".
De onde vem o nome Enfermeiro. A palavra Enfermeira se compõe de duas palavras do latim: “nutrix”, que significa Mãe, e do verbo “nutrire”, que tem como significados criar e nutrir. Essas duas palavras, adaptadas ao inglês do século XIX, acabaram se transformando na palavra NURSE que, traduzida para o português, significa Enfermeira.


Enfermeiras Famosas. Nos últimos três séculos, alguns nomes da Enfermagem mundial tornaram-se referência da história da profissão e dos ensinamentos que sua prática propaga através dos tempos. Imortalizadas, algumas delas como Florence e Ana Néri, ainda servem como fonte de inspiração para novos profissionais, para estudiosos, romancistas e interessados na profissão de Enfermeiro. Florence Nightingale – Dama da Lâmpada. Nascida a 12 de maio de 1820, em Florença, Itália, possuía inteligência incomum, tenacidade de propósitos, determinação e perseverança - o que lhe permitia dialogar com políticos e oficiais do Exército, fazendo prevalecer suas idéias. Dominava com facilidade o inglês, o francês, o alemão, o italiano, além do grego e do latim. Em 1845, em Roma, no desejo de realizar-se como enfermeira, estudou as atividades das Irmandades Católicas e, em 1849, fez uma viagem ao Egito, onde decide servir a Deus, trabalhando em Kaiserswert, Alemanha, entre as diaconisas. Seu primeiro papel como enfermeira de guerra foi em 1854, na Guerra da Criméia. Durante os combates da Guerra da Criméia, os soldados fizeram de Florence o seu anjo da guarda pois, de lanterna na mão, percorria as enfermarias dos batalhões e acampamentos, atendendo os doentes, o que a fez ficar conhecida mundialmente como Lady With The Light. Ao retornar em 1856, adoentada pelo tifo, Florence recebe um prêmio em dinheiro do governo inglês, em reconhecimento ao seu trabalho. Ela usa o dinheiro e dá início à Primeira Escola de Enfermagem, fundada no Hospital Saint Thomas, em 1859, e que passou a servir de modelo para as demais escolas que vieram depois.


Ana NériAna Justina Ferreira nasceu em 1813, na Cidade de Cachoeira, na Bahia. Sua vocação como enfermeira começou em meados de 1864, quando seus dois filhos, um médico militar e um oficial do Exército, foram convocados para a Guerra do Paraguai (1864-1870). Ana Néri não resiste à separação da família e coloca-se à disposição do governo para ir à guerra, sendo considerada a primeira enfermeira voluntária do Brasil. A atuação de Ana Néri na guerra, junto aos feridos, foi incansável. Desdobrou-se como enfermeira, ministrando medicamentos e proporcionando alívio e conforto aos doentes. Após cinco anos de guerra, Néri retorna ao Brasil e o Governo Imperial lhe concede uma pensão, além de medalhas humanitárias e de campanha; e no período já republicano, o nome Ana Néri foi dado à primeira Escola de Enfermagem oficializada pelo Governo Federal, em 1923, pertencente à Universidade do Brasil. Ana Néri faleceu no Rio de Janeiro, em 20 de maio de 1880, aos sessenta e seis anos.


Brasileiras na Segunda Guerra Mundial. Nem só os pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB) ficaram imortalizados durante a Segunda Guerra Mundial. Uma comitiva de mais de 100 enfermeiras brasileiras partiu para o front para auxiliar os postos de emergência e para ajudar e facilitar a comunicação entre soldados e oficiais do Exército americano com os do Exército brasileiro, pois os dois países eram aliados na guerra.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sabem ler Artigos? Então vamos lá..


Olá gente!!! Para quem está começando uma interação com leitura de artigos científicos, vai aí umas dicas que vocês vão viajar nesse tipo de leitura, construindo um alicerce para um futuro promissor. Boa sorte!


1- Examine o título, autores, instituições, revista e data.

Indagação científica


2-Leia a introdução e o resumo. Qual o objetivo do estudo? Qual o enfoque médico? Qual o fator de estudo; o desfecho clínico? Qual a hipótese? Qual o quadro teórico?

Validade interna e erros sistêmicos

3- Leia materiais e métodos. Qual o delineamento da pesquisa? Houve vícios de seleção? E de aferição das variáveis?


4- Examine os resultados (figuras e tabelas e, se necessário o texto) Quais os achados principais? O potencial para confundimento foi controlado?

Inferência estatística

Os resultados foram estatisticamente significativos? Se sim o p alfa ou o intervalo de confiança? Houve comparações múltiplas? Se não significativo qual o poder
estatístico (1-p beta) do estudo?


Significância clínico-epidemiológica

A abrangência e a magnitude dos achados têm relevância clínico epidemiológica ?

Validade externa


Qual a capacidade de generalização dos achados? São válidos para o seu contexto de trabalho?
Os resultados são aplicáveis ao seu contexto de trabalho?

5- Termine a leitura do artigo

Suas conclusões concordam com as conclusões dos autores?

SCHMIDT, Ines Maria. DUNCAN, Bruce B., O método epidemiológico na conduta e na pesquisa clínica. IN ROUQUAYROL, M. Z., Epidemiologia e saúde, 4 - ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1994, p.198.